Epilepsia: o que é, sintomas e tratamento

A epilepsia é uma condição neurológica bastante comum, acometendo aproximadamente uma em cada 100 pessoas. A doença é caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas que se repetem a intervalos variáveis. Essas crises são as manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios, células que compõem o cérebro. A epilepsia é uma doença neurológica não contagiosa. Portanto, qualquer contato com alguém que tenha epilepsia não transmite a doença. Muitas vezes, a causa é desconhecida, mas pode ter origem em ferimentos sofridos na cabeça, recentemente ou não. Traumas na hora do parto, abusos de álcool e drogas, tumores e outras doenças neurológicas também facilitam o aparecimento da epilepsia.

Sintomas

Existem vários tipos de crises epilépticas e cada uma com características diferentes. Um dos tipos mais comuns é a crise tônico-clônica, chamada habitualmente de “convulsão”. Esse tipo de crise é facilmente reconhecível, pois o paciente apresenta abalos musculares generalizados, salivação excessiva e, muitas vezes, morde a língua e perde urina e fezes. Outras crises, entretanto, podem não ser reconhecidas por pacientes, seus familiares e até mesmo por médicos, pois apresentam manifestações sutis como a pessoa apenas apresenta-se “desligada” por alguns instantes ou com o olhar parado ou caído.

Tratamento

O tratamento da epilepsia é feito através de medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais anormais. Em geral, as crises cessam logo após o início do tratamento, mas a medicação poderá ser mantida por anos ou mesmo por toda a vida, dependendo do tipo de epilepsia que o paciente apresenta. Mudanças de hábitos e alimentação, fazem parte do tratamento também. Em casos mais graves, pode haver a necessidade de cirurgia, ou quando apenas a medicação não for suficiente.

*Esse artigo tem apenas a intenção de informar, procure sempre orientação de um médico de confiança.

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