Julho Amarelo: mês de combate a hepatites virais

Lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União no dia 11.01.2019 institui Julho amarelo o mês de combate e prevenção das hepatites virais. Isso não significa que a prevenção à doença deva ser menor nos demais meses do ano, muito pelo contrário, a cada dia deve-se aumentar a atenção porque as hepatites virais são as principais causas de câncer no fígado.

O que são hepatites virais?

Hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas ou por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São conhecidos na atualidade, cinco tipos de hepatites virais classificadas como tipos A, B, C, D e E. As mais frequentes em nossa população são as hepatites virais do tipo A e B, embora a hepatite do tipo C já tenha alcançado números significativos, trazendo preocupação por suas consequências.

Para saber se há a necessidade de realizar exames que detectem as hepatites, observe se você já se expôs a algumas dessas situações:
● Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);
● Transmissão sanguínea: se praticou sexo desprotegido ou compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B, C e D);
● Transmissão sanguínea: da mãe para o filho durante a gravidez, parto ou amamentação (vírus B, C e D).

Sintomas

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os tipos de hepatites. Geralmente, os sintomas aparecem quando a doença já está em estágio avançado, dentre esses sintomas, os mais comuns são:
● Febre;
● Fraqueza;
● Mal-estar;
● Dor abdominal;
● Enjoo/náuseas;
● Vômitos;
● Perda de apetite;
● Urina escura;
● Icterícia (pele e olhos amarelados).

Tratamento

A hepatite C é a que possui maior chance de cura quando o tratamento é seguido corretamente. As hepatites B e D têm tratamento e podem ser controladas, evitando a evolução para cirrose e câncer. A hepatite A é uma doença aguda e o tratamento se baseia em dieta e repouso. Geralmente melhora em algumas semanas e a pessoa adquire imunidade, ou seja, não terá uma nova infecção. Todas as hepatites virais devem ser acompanhadas pelos profissionais de saúde, pois as infecções podem se agravar.

Diário Oficial da União http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/58724019
*Esse artigo tem apenas a intenção de informar, procure sempre orientação de um médico de confiança.

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